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BCOMMENTED.COM A LEI DO PODER
1.O Poder não deve ser usado para gerar danos, males ou controlar os outros. Mas se surgir a necessidade, o Poder poderá ser usado para proteger sua vida ou a vida de outros.
2.O Poder só é utilizado conforme as necessidades.
3.O Poder pode ser utilizado para seu próprio benefício, desde que ao agir desta forma não prejudique ninguém.
4.Não é sábio aceitar dinheiro para utilizar o Poder, pois ele rapidamente controla o que o recebe. Não seja como os de outras religiões.
5.Não utilize o Poder por motivo de orgulho, pois isto desvaloriza os mistérios da Wicca e da magia.
6.Lembre-se sempre de que o Poder é um Dom Sagrado da Deusa e do Deus, e não deve jamais ser mal utilizado ou abusado.
7.Esta é a Lei do Poder.
(GUIA ESSENCIAL DA BRUXA SOLITÁRIA - S.CUNNINGHAM) BCOMMENTED.COM ORAÇÃO DA BRUXA
A lei mais elevada é agora o ensinamento.
Cuida bem dos teus actos, palavras e pensamentos. Muitos seres podem ouvir, e espíritos, saber a maldade que tu tanto procuras esconder.
Então gira a roda do ano; deixa o tempo passar, vive cheia de amor e não deixes o medo imperar.
Esta antiga sabedoria eu transmito e vou além:
" Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém."
Tem cautela igualmente com a segunda lei, pois tudo o que vai volta, isso é o que eu bem sei.
A roda continua girando, três vezes vai girar,ninguém pode enganá-la ou dela algo ocultar.
Busca a harmonia, o equilíbrio e a auto-estima, pois como é em baixo, é assim também em cima.
Deixa brilhar a tua luz interior e que todo mundo a veja, se é isso o que tu queres, então que assim seja BCOMMENTED.COM ORAÇÃO DAS FADAS
Espírito de sabedoria, cujo sopro dá e retorna a forma de todas as coisas;
Tu,diante de quem a vida dos seres é uma sombra que muda e um vapor que passa;
Tu que sobes às nuvens, e que caminhas nas asas dos ventos;
Tu que expiras, e os espaços sem fim são povoados;
Tu que aspiras, e tudo o que de ti vem a ti volta;
Movimento sem fim na estabilidade eterna, sê eternamente bendita.
Nós te louvamos e te bendizemos no império móvel da luz criada, das sombras, dos reflexos e das imagens, e aspiramos incessantemente à tua imutável e imperecível claridade.
Deixa penetrar até nós o raio da tua inteligência e o calor do teu amor.
Então o que é móvel ficará fixo, a sombra será um corpo, o espírito do ar será uma alma, o sonho um pensamento.
E nós não seremos mais arrastados pela tempestade, porém seguraremos as rédeas dos cavalos alados da manhã e dirigiremos o curso dos ventos da tarde, para voarmos diante de ti.
Oh espírito dos espíritos, Oh alma eterna das almas,
Oh sopro imperecível de vida, Oh suspiro criador,
Oh boca que aspiras e expiras a existência de todos os entes,
No fluxo e refluxo da tua eterna palavra,
Que é oceano divino do movimento da verdade.
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HÉCATE, DEUSA DA LUA NOVA
Hécate é o arquétipo mais incompreendido da mitologia grega. Ela é uma deusa tríplice lunar vinculada com o aspecto sombrio do disco lunar, ou seja, o lado inconsciente do feminino. E, representa ainda, o lado feminino ligado ao destino. Seu domínio se dá em três dimensões: no Céu, na Terra e no Submundo.
Hécate é, portanto, uma deusa lunar por excelência e sua presença é sentida nas três fases lunares.
A Lua Nova pressupõe a face oculta de Hécate, a Lua Cheia vai sendo aos poucos sombreada pelo seu lado escuro, revelando o aspecto negativo da mãe. E a Lua Minguante revela seu aspecto luminoso. É preciso morrer para renascer.
Esta deusa ainda permanece com o estigma de ser uma figura do mal. Essa percepção foi particularmente consolidada na psique ocidental durante o período medieval, quando a igreja organizada projetou este arquétipo em simplórias pessoas pagãs do campo que seguiam seus antigos costumes e habilidades populares ligados a fertilidade. Estes indivíduos eram considerados malévolos adoradores do "demônio". Hécate era então, a deusa das bruxas, padroeira do aspecto virago, mas nos é impossível termos uma imagem clara do que realmente acontecia devido às projeções distorcidas, aos medos íntimos e inseguranças espirituais destes sacerdotes e confessores cristãos.
Em épocas primevas, antes do patriarcado ter se estabelecido, é mais fácil descobrir a essência interior do arquétipo Hécate e relacionar-se com ele. Hécate está vinculada com as trevas e com o lado escuro do Lua. A Lua, na verdade, não possui luz própria. A luz que se projeta na Lua é a luz solar. Logo, a Lua Cheia é a Lua vista pela luz do Sol. A Lua Nova negra é, portanto, a verdadeira face da Lua. Hécate costuma ser considerada uma deusa lunar tríplice: Àrtemis (a Lua Cheia), Selene (a Lua em várias fases), Hécate (o lado negro da Lua Nova). Ou, como as forças da Lua em vários reinos: Selene no Céu, Ártemis na Terra e Hécate no Mundo Inferior.
Hécate seria então, uma projeção de Ártemis, pois a luz pressupõe a sombra. O lado visível da Lua, o lado de Ártemis, que reflete a vida em pleno vigor, pressupõe o lado de Hécate, o lado oculto da lua, o lado da sombra e da morte; a polaridade negativa, o impedimento para a realização, o lado inconsciente.
O perigo que pode ocorrer quando esse lado sombrio se constela é o de que a energia psíquica seja posta a serviço da morte e da doença.
Hécate nos revela, os caminhos mais escondidos e secretos do inconsciente, os sonhos guardados, o lado dos desejos mais ocultos. A Lua Crescente, com suas fases clara e escura, também nos sugere esse domínio do feminino. O lado de Hécate ainda, traz um potencial para a fertilização, desde que seja encaminhado para este fim. A doença pode ser uma via para a saúde e a morte para servir de adubo para a vida.
O feminino tem um movimento livre dentro do reino oculto. O terreno da magia pertence ao feminino. O masculino está ligado aos aspectos mais claros, mais visíveis, mais objetivos. O campo de ação da ciência pertence ao reino masculino.
Hécate é a deusa que pode conduzir aos caminhos mais difíceis e perigosos, aos abismos e às encruzilhadas da própria psique. A sua função é de guia dentro do reino oculto da alma.
A Terra é o grande inconsciente uterino de onde brota toda a semente. É também o lugar para onde tudo retornará. Nesse inconsciente ctônico a vida e a morte coexistem em um mesmo processo cíclico. Deste modo, o "ser" e o "não ser" podem viver sem conflito.
MITOLOGIA
Hécate é uma antiga deusa de estrato pré-grego de mitos. Os gregos tiveram dificuldade em enquadrá-la em seu esquema de deuses, mas terminaram por vê-la como filha dos titãs Perseus e Astéria (Noite Estrelada) e, portanto, como prima de Ártemis.
Outras tradições tomaram-na por uma deusa mais primal, fazendo dela irmã de Erebo e de Nix (a Noite).
Zeus deu-lhe um lugar especial entre os deuses, porque, embora ela não fosse membro do grupo olímpico, permitiu-lhe o domínio sobre o Céu, a Terra e o Mundo Inferior. Ela é, pois, a doadora da riqueza e de todas as bençãos da vida cotidiana.
Na esfera humana, cabia-lhe presidir os três grandes mistérios do nascimento, da vida e da morte. Seu nome significa "a distante, a remota", sendo ela vista como protetora dos lugares remotos, guardiã das estradas e dos caminhos. Seu aspecto tríplice tornava-a especialmente presente nas encruzilhadas, ou seja, na convergência de três caminhos. Nesses locais, os gregos podiam encontrar-se com facilidade com Hécate, razão por que os consideravam sagrados, erigindo aí com freqüência estátuas tricéfalas chamadas Hecatéias. Também deixavam oferendas do seu alimento ritual, o "almoço de Hécate", nessas encruzilhadas durante seus festivais especiais.
Hécate era representada simbolicamente com três cabeças e seis braços portando tochas. Seus três símbolos sagrados são a Chave, por ser ela carcereira do Mundo Inferior; o Chicote, que revela o seu lado punitivo e seu papel de condutora das almas; e o Punhal, símbolo de seu poder espiritual, que mais tarde tornou-se o Atame das bruxas.
No Submundo, ou Mundo Inferior, Hécate é a carcereira e condutora das almas, a Pritânia, a "Rainha Invisível" dos Mortos. Tendo passado por Cérbero, o cão tricéfalo, e tendo sido julgadas pelos três Juízes dos Mortos (Minos, Radamando e Éaco), as almas devem chegar às encruzilhadas tríplices do Inferno. Nesse ponto, Hécate envia ao reino para o qual foram julgadas adequadas: para as campinas do Asfódelo, para o Tártaro ou para os Campos Elíseos.
Como aspecto de deusa Amazona, a caruagem de Hécate era puxada por dragões. As mulheres que a cultuavam normalmente tingiam as palmas das mãos e as solas dos pés com hena. Seus festivais aconteciam durante a noite, à luz de tochas. Anualmente, na ilha de Aegina no golfo Sarônico, acontecia um misterioso festival em sua honra.
Hécate está associada a cura, profecias, visões, magia, Lua Nova, magia negra, encantamentos, vingança, livrar-se do mal, riqueza, vitória, sabedoria, transformação, purificação, escolhas, renovação e regeneração.
ARQUÉTIPO DA TRANSFORMAÇÃO E TRANSMUTAÇÃO
Hécate é também um vaso-útero, que recebe os processos passados no interior da psique. Ela é o vaso alquímico que permite a transformação e transmutação dos elementos materiais em espirituais. Hécate habita as grutas e cavernas. E para sermos fertilizados pela semente da criação espiritual e do renascimento psíquico temos de visitar a sua morada, fazer a entrada no reino dessa deusa. Ela é a caverna-mãe onde se dão os processos espirituais.
Muitos mistérios e ritos de iniciação se passavam no interior das grutas e cavernas.
Hécate é a regente dos processos misteriosos da vida e da morte, das passagens difíceis da vida, da entrada nos caminhos árduos da transformação.
A deusa nos diz que as mudanças servem para determinar o nosso comportamento e que devemos ter cuidado com os caminhos falsos ou atalhos inadequados. O caminho, por vezes, pode não ter muita importância, mas premente é a necessidade de fazer a passagem.
Hécate estava por perto quando Perséfone foi raptada por Hades, mas não interferiu, proque ela sabia que as passagens são necessárias, às vezes não importam os caminhos. Mas é Hécate que ensina e ajuda a Deméter a achar o caminho para recuperar a filha Perséfone.
A entrada no mundo inferior é necessária para o contato com as fontes internas da fertilidade, mas é preciso saber o caminho de volta para poder tornar consciente toda a possibilidade criativa. Enquanto houver o mergulho no mundo inferior, a consciência pode adormecer e descansar, e novamente será renovada e frutificará com a volta.
DEUSA DE MUITOS TÍTULOS E NOMES
A deusa Hécate era uma deidade de muitos títulos e nomes. Era chamada de "A Mais Amável", "Rainha do Mundo dos Espíritos", "A Megera dos Mortos", "Deusa da Bruxaria". Especialmente para os trácios, Hécate era a deusa da Lua, das horas de escuridão e do Mundo Inferior.
Como Propylaia (Aquela que fica na frente do Portão), Hécate oferecia proteção contra o mal. Neste aspecto seu culto era realizado no portão da entrada, lugar onde eram colocadas as estátuas em sua homenagem.
Como Propolos (A Criada que Conduz), Hécate servia como guia de outras deidades. Exemplo deste fato, se dá quando ela conduz Deméter ao Mundo Inferior, para resgatar Perséfone das mãos de Hades.
Como Phophoros (Aquela que traz Luz) ela é portadora de duas tochas, que servem para iluminar o caminho em busca de nosso sombrio inconsciente.
Como Kourotrophos (Aquela que cuida das Crianças), Hécate estava associada às parteiras e era responsável pelo nascimento, já que os poderes que dão vida, também acarretam a morte.
Como Chthonia, ela está associada aos poderes da prática de magia, relacionando-se com outros deuses da Terra, como Hermes e Perséfone, no seu aspecto de Deusa-Anciã, Senhora do Mundo Inferior. Era Hécate a guardiã de Cérbero, o cão de Hades, o qual todas as almas deveriam enfrentar ao cruzar os portões do Submundo.
Seus deuses companheiros eram Thanatos (Morte), Hypnos (Sono) e Morfeu (Sonhos).
HÉCATE HOJE
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Mensagens Evangélicas Vivendo de Luz Atualmente, com o advento da Nova Era, o conhecimento oculto, guardado a sete chaves no Oriente durante milênios, começa a ser aberto aos moradores ocidentais. Há, entretanto, diferença importante. Estes conhecimentos são agora, tratados e trabalhados, de forma aberta, com objetivo estrito na evolução humana. O enfoque espiritual volta-se para o ser individual. Para o homem do futuro, não mais com as características primárias do estudo hermético. Antes, privilégio de poucos, agora, ao alcance dos que procuram a Luz. A partir de 1930, os Mestres da Grande Fraternidade Branca, permitiram que estes conhecimentos, fossem abertos ao homem que busca. Não mais seriam praticados em lugares fechados, ou por um grupo restrito. Os fundamentos são os mesmos. Somente mudou a metodologia de ensino.
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Mensagens Evangélicas Isto lembra uma história do Shidarta Gautama Buda. Em uma de suas caminhadas, ele teria encontrado um monge solitário que vivia às margens de um rio. Ao vê-lo, correu até o Shidarta, manifestando sua alegria! Após algumas horas de silêncio, o monge solitário falou de seus progressos espirituais. Conseguira levitar, dominando o efeito gravitacional. Agora, lhe era possível transportar-se ao outro lado do rio, sem molhar seus pés. O Shidarta perguntou-lhe quantos anos levara para alcançar o domínio deste conhecimento. O monge disse-lhe que, seguramente, mais de 40 anos. —Não teria sido mais fácil e rápido, atravessar o rio utilizando-se do seu barco?, perguntou o Shidarta
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Mensagens Evangélicas Esta história nos mostra que, de nada adianta o conhecimento e o poder de lidar com o Oculto, se o utilizamos em benefício próprio. Quando pretendemos atingir estes conhecimentos, apenas para mostrar ao mundo o quanto somos privilegiados por havê-los conquistado, seguramente, foi em vão a caminhada. Eis alguns conhecimentos ocultos, agora liberados: O poder de Viver sem a ingestão de alimentos sólidos e/ou líquidos, tirando a energia vital, diretamente do Sol, ou do Ar. ( assunto desta página O poder da Levitação (pessoal, ou de objetos) O poder da Invisibilidade (às energias que possam nos ocasionar algum tipo de mal) O poder da Indução O poder da Sugestão O poder da Precipitação O poder da Hiper-Sensibilidade O poder da Juventude (aparência sempre jovem) O poder da Cura BEIJINHOS DE LUZ PARA ILUMINAR TUA CAMINHADA AMIGA. LIGHT SPIRIT.